A crescente importância atribuída aos analisadores nos últimos anos deve-se a necessidade de se manter a competitividade pela otimização e de se zelar pelo meio ambiente e pela segurança.
Isto também abrange a redução da variabilidade, evitando prejuízos advindos da entrega de produtos acima da especificação.
Na área ambiental, os analisadores são indispensáveis no tratamento dos efluentes líquidos e na análise das emissões dos gases e particulados.
Detectores, que são nada mais que analisadores simples, efetuam a medição da concentração de gases e vapores inflamáveis e tóxicos auxiliando a segurança do trabalho e patrimonial.
Os Analisadores são classificados da seguinte forma:
Analisadores Mono e Multicomponentes – são aqueles que monitoram um ou mais componentes, por exemplo: só O2, só CO2, ou O2 + CO2 + NO2, etc.
Analisadores in situ, extrativos e extrativos de acoplamento próximo – os analisadores in situ, são os quais o sensor opera diretamente no processo e os analisadores extrativos a “amostra” é retirada por meio de uma sonda condicionada e levada até o instrumento.
A instalação in situ tem menor custo e proporciona bom tempo de resposta e boa fidelidade, devido a inexistência de sistema de transporte e condicionamento da amostra, sem contar análise real.
Outra opção interessante são os analisadores (monitores) de particulados extrativos de acoplamento próximo, nos quais o sensor opera bem próximo ao processo, porém fora dele.
Aplicação e importância:
Na maioria das plantas podemos distinguir quatro áreas onde se aplicam os analisadores:
- Processo;
- Utilidades;
- Tratamento de Efluentes;
- Segurança patrimonial, meio ambiente e do trabalho.